“Oh que saudades que tenho

da aurora da minha vida,

da inha infância querida

que os anos não trazem mais.

Que amor,

                               que sonho,

                                                                que flores,

Naquelas tardes fagueiras,

Há sombra das bananeiras

                                   de baixo dos laranjais”…    

                                                                                     ( Casemiro de Abriu )

  O tempo contemporâneo surge como um elemento que perfura o espaço, substituindo a sensação de objetivação cronológica por uma circularidade plena de instabilidade. Turbulento, esse tempo parece fugaz e raso. Retira as espessuaras das experiências que vivemos no mundo, afetando inexoravelmente nossas noções de história, de memória, de pertencimento.

A memória é condição básica de nossa humanidade, tornou-se uma das grandes molduras da produção artístic contemporânea, sobre tudo a partir dos anos 1990.

 Na segunda parte da aula, foi  proposto que escolhessemos uma música de nosso gosto, e a partir daí fosse criada uma partitura corporal do nosso cotidiano, especificamente quando nós chegamos em nossas casas. Repetimos várias vezses, como forma de memorização dos movimentos, em um segundo momento é feito um desdobramento desse exercicio. Todos os movimento tinham que ser decodificados dando a eles um novo signo para aquele gesto, deixando para quem vê o trabalho para identifica-los. Dificil!!! Não era só um movimento por sí mesmo, mas dá significado para aqueles signos, além do tempo, eo espaço que nos era proposto que teria que acompanhar este trabalho.

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