Existem pelo menos dois tipos de tecnologias. De um lado, as tecnologias brutas, voltadas para a produção de bens materiais leves ou pesados. De outro lado, as tecnologias prpodutorass e reprodutoras de linguagem.

Os  espaço e lugar têm o mesmo significado? Na verdade, cada um deles designa uma relação singular com as circunstâncias e os objetos, segundo o pensamento de Anthony giddens.

Evidentemente, dizem, todos  sabemos que “jogamos” o tempo todo, que o mundo é um teatro, que não passamos de atores de inúmeros papéis, que… Sua meditação, vagamente filosófica, logo simplifica-se e reduz os desafios a alguns objetivos técnicos.

É verdade que as práticas dramática na formação evoluem tanto em função das demandas sociais quanto das modas teatrais.

Segunda parte da aula, voltamos a trabalhar na cadeira a histórias de cada um…. Nesse momento é como que as coisas se  tornassem sagradas, é mais uma vida sendo exposta , mais um causo sendo contado, quantas gargalhadas, misturadas com as lágrimas contidas por alguns, no entantos por outros salgadamente expurgadas. É tão bacana perceber e viver tudo isso.

O olfato é uma sensação, algo que se sente. Sentimos os cheiros. Como ocorre no caso dos outros sentidos humanos – visão, audição, tato e paladar- a sensação do cheiro depende dde um estímulo externo que exercita o órgão correspondente dos sentidos, nesse caso, o olfato.

Segunda parte da aula, o Exercicio da cadeira: Duas cadeiras, uma você teria que sentar,  e a outra estaria vazia para que você trouxe-se em memória alguém que você talvez ñ tenha tanto contato, ou tenha morrido, enfim… e outro seria vc falar para a turma sentado na cadeira um fato que aconteceu em sua família que para vc foi importante, marcante em especial.

Com certeza, são dois exercicios de muita entrega, confiança, maturidade, não só para quem está falando, mas também para quem ouve. sem dúvida alguma são exercicios que dilatam a sua sensibilidade, que te confrntam com seus abismos….

CRISE:  Termo este que, derivado do Grego, significa literamente mistura  ou fusão.

A crise que ora acomete o nosso estilo moderno de viver precisa ser vista como diretamente vinculada a uma maneira de se compreender o mundo e de sobre ele agir, maneira que se veio identificando como tributária dessa forma específica de atuação da razão humana: a forma instrumental, calculante, tecnicista, de ser pensar o real.

No segundo momento da aula, voltamos com nossas partituras corporais, com mais um desdobramento, agora em dupla. Com certeza também não é fácil, criar sicronicidade, compactar o tempo para os dois, e claro química, no entanto para mim foi proveitoso, é algo que te estiga mais, o encaixar o teu movimento com o do outro, como até aquilo pode ficar estéticamente mais elaborado.

“Oh que saudades que tenho

da aurora da minha vida,

da inha infância querida

que os anos não trazem mais.

Que amor,

                               que sonho,

                                                                que flores,

Naquelas tardes fagueiras,

Há sombra das bananeiras

                                   de baixo dos laranjais”…    

                                                                                     ( Casemiro de Abriu )

  O tempo contemporâneo surge como um elemento que perfura o espaço, substituindo a sensação de objetivação cronológica por uma circularidade plena de instabilidade. Turbulento, esse tempo parece fugaz e raso. Retira as espessuaras das experiências que vivemos no mundo, afetando inexoravelmente nossas noções de história, de memória, de pertencimento.

A memória é condição básica de nossa humanidade, tornou-se uma das grandes molduras da produção artístic contemporânea, sobre tudo a partir dos anos 1990.

 Na segunda parte da aula, foi  proposto que escolhessemos uma música de nosso gosto, e a partir daí fosse criada uma partitura corporal do nosso cotidiano, especificamente quando nós chegamos em nossas casas. Repetimos várias vezses, como forma de memorização dos movimentos, em um segundo momento é feito um desdobramento desse exercicio. Todos os movimento tinham que ser decodificados dando a eles um novo signo para aquele gesto, deixando para quem vê o trabalho para identifica-los. Dificil!!! Não era só um movimento por sí mesmo, mas dá significado para aqueles signos, além do tempo, eo espaço que nos era proposto que teria que acompanhar este trabalho.

 

As Narrativas Enviesadas contemporâneas também contam histórias, mas de modo linear. No lugar no começo-meio-fim tradicional, elas se compõe a partir de tempos fragmentados, sobreposiões, repetições, deslocamentos. Elas narram, porém não necessariamente resolvem as próprias tramas.

O expositor Silvano fez uma esplanação mais voltada para a visão política geográfica, em que gerou uma animosidade da parte de alguns colegas com opiniões contrárias o fato que a roda de discursão estava aberta, Katia por sua vez  jogou um questionamento que me parecia mais uma afirmação do que uma pergunta. (risos) Que gerou entre nós uma série de perguntas e afirmações. O questionamento era: Se a pinxação era uma leitura de narrativa Inviesada? Alguns diziam que não, outros acreditavam que sim pelo contexto mas não por uma visão global.

Segunda parte da aula:

Wlad pede que cada um se lembre de algum momento de sua infância com sua família. A pessoa tinha que falar quantas pessoas de sua famíla estavam presentes naquela sua lembrança, os movimentos que eram gerados, seriam apartir dos impulsos do coração. Depois ela deu a oportunidade de quem quisesse  poderia criar um desdobramento ou continuar o que já tinha sido propôsto anteriormente. Foi muito para nós futuros professores perceber que não é de qualquer modo que devemos conduzir qualquer tipo de trabalho, pois estamos lidando com material humano, o modo como elaboramos nossas falas, como didáticamente temos que alcançar este indivíduo, até mesmo algo como o tom de nossa voz pode reprimir este aluno. Devemos estar preparados não só teóricamente, mas a nossa sensibilidade, o nosso olhar… para que possamos atingir o nosso objetivo que é trocar conhecimento com mais com o aluno com mais clareza.

Eu gosto muito de ser platéia

Gosto muito de ver o ator

como se faz teatro

Encantamento

Eu me vicio rápido

A visão que tenho de mim

E a visão que o outro tem de mim

Eu incomodo as vezes

Gosto da arte no corpo do ator

Não sei se gosto de fazer teatro, porque nunca fiz.

Teatro é teatro em qualquer lugar,

Não faço teatro sozinho,

Teatro é política.

O ator se encontra profundamente com  ele, e isso é drástico.

Eu não consigo fazer teatro

Nunca deixe um processo de criação pela metade,

quando começar termine.

No seu trabalho você não sabe se vc se comunica com o mundo, ou com vc mesmo……

OBS: Nessa mistura de sensações,

As palavras flutuaram no ar daquela sala

Em nosso estado de Advento.